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ESTRATÉGIA EMPRESARIAL

Este módulo visa desenvolver competências de gestão estratégica nos participantes, através da apresentação das melhores práticas internacionais, bem como aplicar as ferramentas de gestão das organizações e da estraté­gia a casos de estudo de empresas de países em vias de desenvolvimento. Pretende ainda permitir que, através do pensamento estratégico e do conhecimento das diversas ferramentas teóricas do domínio da estratégia, os partici­pantes consigam melhor entender as questões mais rele­vantes do contexto e da empresa nos processos de tomada de decisão das acções, necessárias ao desenvolvimento de vantagens competitivas.

DOCENTE > Nuno Cardeal

ECONOMIA PARA GESTORES

Uma boa compreensão da realidade económica em que as empresas se enquadram é essencial para qualquer gestor, e tanto mais importante quanto maior o nível de responsa­bilidade. A performance das empresas é muito condicio­nada pela situação da economia e a política económica determina, em grande medida, o cenário com que cada gestor tem de contar. Torna-se por isso fundamental uma compreensão adequada dos principais conceitos macroe­conómicos que permitem descrever a situação conjuntural, dos instrumentos fundamentais da política económica, e dos mecanismos chave que permitem prever a evolução económica no curto e longo prazo.

DOCENTE > Fernando Pacheco

MARKETING E CRIAÇÃO DE VALOR

Pretende-se que no final do módulo os participantes sejam capazes de reunir competências que lhes permitam: conhecer os clientes, como se comportam, como reagem à estratégia da empresa e de que necessitam na realidade; Fundamentalmente, que saibam identificar os principais factores-chave de compra, bem como os parâmetros que potenciam a qualidade percebida da relação com a empre­sa e que são o garante da sua continuidade e incremento de valor; apreender a importância de determinadas variáveis como a taxa de fidelização, o tempo de vida útil, a quota de mercado e o grau de penetração no mercado, que fornecem uma informação mais quantitativa, e associá-la ao perfil qualitativo dos clientes, de forma a optimizar o seu rela­cionamento; sensibilizar o participante para a importância estratégica da marca no marketing e para as suas especifici­dades; fornecer as competências e ferramentas necessárias para que o participante estabeleça a ponte entre a estratégia e a comunicação, através de métricas de gestão.

DOCENTE > Pedro Celeste

GESTÃO DE CONFLITOS E NEGOCIAÇÃO

Ao contrário daquilo que muita gente pensa, o conflito não é algo eminentemente negativo que deva ser evitado a todo o custo. Pelo contrário, é algo natural e inevitável em qualquer organização. Apresenta um lado negativo que pode resultar em ressentimentos, tensão, ansiedade e desconfiança, mas também apresenta um lado positivo que pode resultar em aumento da produtividade, maior sensibilidade aos interes­ses da outra parte e melhor comunicação. Tudo depende da forma como gerimos o conflito e, em última análise, da nos­sa atitude perante o mesmo. Será que vamos usar o poder, acabando em confrontos pouco agradáveis? Ou será que vamos exigir os nossos direitos, resultando em vencedores e vencidos? Ou será que vamos negociar uma solução ba­seada nos interesses das várias partes envolvidas, podendo assim ter apenas vencedores? Estas e outras questões serão discutidas neste módulo.

DOCENTE > João Matos

CONTABILIDADE E ANÁLISE FINANCEIRA

O objectivo deste módulo é transmitir os conceitos básicos associados à análise financeira, de forma a que os partici­pantes tenham capacidade para interpretar as demonstra­ções financeiras das empresas. A análise económica e finan­ceira das demonstrações financeiras será completada com a análise de rácios (liquidez, financiamento, funcionamento e rentabilidade), sendo explicitada a relação entre os diversos rácios e a decomposição dos mesmos. Será feita a análise de questões como o ponto morto das vendas, que apesar de complementares à análise económica e financeira, têm um impacto determinante na situação económica das empre­sas. Dada a actualidade do tema irá ser também focada a questão do rating. Todos os assuntos serão apresentados com recurso a exemplos e exercícios.

DOCENTE > José Tudela Martins

PERFORMANCE E CONTROLO DE GESTÃO

A competitividade que hoje caracteriza o ambiente em que as empresas e outras instituições operam, obriga os seus responsáveis a gerir com rigor para alcançar êxito. Um dos principais obstáculos evidenciados no quadro da economia global consiste na inadequação, insuficiência e ineficácia dos seus modelos de Controlo de Gestão e Avaliação de Performance. Este módulo visa contribuir para a mudança deste estado de coisas, conferindo aos participantes uma sensibilidade acrescida para a impor­tância da Performance e Controlo de Gestão no sucesso da organização moderna, num enquadramento caracteri­zado pela mudança acelerada.

DOCENTE > Paulo Modesto Pardal

ANÁLISE DAS DECISÕES DE INVESTIMENTO

Em mercados competitivos as decisões de investimento revestem-se da maior importância, pois delas depende o valor das empresas e a sua sustentabilidade. Neste módulo apresentam-se os instrumentos fundamentais para iden­tificar as variáveis relevantes e calcular os indicadores que permitem fundamentar uma decisão de investimento num projecto. São revistos os conceitos contabilísticos e de cál­culo financeiro associados a projetos, e discutidos os prin­cipais indicadores para análise financeira de projectos e dos respectivos referenciais. Finalmente, é analisado o impacto do enquadramento fiscal e do modelo de financiamento.

DOCENTE > José Filipe Rafael

GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS

O sucesso das organizações está directamente relaciona­do com a capacidade de se definir objectivos ambiciosos e realistas, manter as actividades centradas nas metas principais e gerir a performance dos colaboradores numa perspectiva de excelência. Este módulo aborda a disciplina de gestão de Recursos Humanos como uma peça-chave da gestão empresarial, colocando-se especial ênfase no papel das chefias, a quem compete acompanhar os cola­boradores dando-lhes feedback regular, apoio à melhoria contínua e reconhecimento pelo sucesso.

DOCENTE > Ricardo Fortes da Costa

LIDERANÇA E COORDENAÇÃO DE EQUIPAS

Os Recursos Humanos são hoje considerados não só o principal factor para uma vantagem competitiva susten­tada, como o recurso crítico quando se trata de melhorar a capacidade de resposta às ameaças e oportunidades do meio. Por outras palavras, o marketing externo tem que estar apoiado num marketing interno capaz de mobilizar as competências dos indivíduos e dos grupos, criando as condições de sucesso na resposta ao mercado. Com este objectivo, revestem-se de especial importância, designa­damente na formação geral dos Gestores, as questões re­lacionadas com a comunicação, a motivação e a automo­tivação, a liderança, o trabalho por objectivos, a avaliação de resultados e a gestão de equipas.

DOCENTE > Luís Caeiro

RESOLVER PROBLEMAS E TOMAR DECISÕES

É frequente que os decisores escolham soluções satisfató­rias, e não soluções óptimas, na resolução dos problemas. Esta margem de melhoria na tomada de decisão individual é explicada por diversos factores, em que se incluem o tipo e qualidade da informação recolhida, variáveis individuais que podem levar a uma análise demasiado superficial ou demorada dos problemas, e ainda factores do contexto. A tomada de decisão em grupo pode igualmente constituir um desafio, pela falta de rigor e pelo enviesamento que a discussão das situações em grupo pode gerar no enten­dimento das mesmas. Um bom processo de tomada de decisão pressupõe:

  1. Identificar as situações em que se deve decidir individualmente, e as situações em que se deve decidir em equipa
  2. Respeitar as fases da abordagem analítica dos problemas
  3. Diagnosticar os riscos da tomada de decisão individual / em grupo
  4. Aplicar estratégias para optimizar a qualidade das decisões.

É também importante identificar as situações em que pode ser vantajoso recorrer a técnicas criativas para solucionar problemas emergentes, e aplicar adequadamente os prin­cípios da criatividade em grupo.

DOCENTE > Teresa Oliveira

GESTÃO DA INFORMAÇÃO

As tecnologias de informação adquiriram, nos últimos anos, um papel central na forma como as organizações operam, na eficiência dessas operações e na gestão inte­grada de ambos. Desde a simples evolução das operações, com objetivos de eficiência e redução de custos, até às mudanças mais profundas do funcionamento das organi­zações, onde se pensam os novos cenários estratégicos, tudo assenta no bom uso das tecnologias da informa­ção. Torna-se portanto fundamental a compreensão das soluções de gestão de informação possíveis, com base na inovação tecnológica, bem como o seu impacto estraté­gico, tendo consciência de que a gestão da informação é sempre realizada pelas pessoas. Além disso, a mudança feita das necessidades dos diferentes gestores tem de ser coordenada por forma a adequar a gestão deste recurso escasso às necessidades da organização, de acordo com as suas prioridades estratégicas.

DOCENTE > Paulo Cardoso do Amaral

 

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